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Depoimentos Históricos de Pais da APM:

"A companhia de Jesus oferecia uma certa resistência à criação da Associação de pais e mestres no colégio. Não sei se naquele tempo eles não tinham uma confiança tão grande na ação dos leigos. A Igreja Católica sempre tratou os leigos como minoridade, e só veio a acontecer uma promoção dos leigos com o Concílio Vaticano II. Eu acho que tinham muitas dificuldades porque era o início e havia a idéia de organizar departamentos e eles foram iniciados e tudo começou aos poucos, devagar, alguns funcionaram logo imediatamente, outros mais tarde até que se conseguiu todos definitivamente, a partir da segunda diretoria é que ficou mais completo o time. Quando este sede foi inaugurada, tinha na porta uma fita, como se costuma fazer, para abertura simbólica do recinto , que alguém convidado vai desatar a fita, e nós como primeiro presidentes fomos convidados a desatar a fita, e o casal presidente na ocasião
nos presenteou com a fita e nós guardamos. E depois de muitos anos, vinte anos talvez, numa das ocasiões que nós fomos convidados para vir aqui, eu trouxe a fita e devolvi à Associação."

Maria Martha e Marcelo Bidart da Silva


"A gente resolveu que iria fundar uma APM justamente para haver uma colaboração dos pais com a educação."

Maria Muller


"O Paulão, o Paulo Englert me botou contra a parede. Olha tu vai ser o próximo Pais e Mestres. Aceitei, claro. Com todo o prazer, foi muito bom. Sempre foram muito gratificantes porque a gente participou da vida do Anchieta e durante
um ano nós fizemos aquelas discussões sobre novo catecismo, discussões muito tensas. Havia pais que não aceitavam certas orientações, então, havia reuniões e aí tudo se esclarecia nestes reuniões, era tudo sempre positivo o resultado, foi muito bom. Isso trazia uma grande responsabilidade, estava sempre naquela de poder fazer o possível para o colégio, o bem estar de todos. O bom entendimento para os pais os professores e os alunos."

Sigrid e Benito Boni


"O diretor Geral era o Padre Paulo Englert, mais conhecido como Paulão, uma rica pessoa, muito competente, excelente pessoa, como padre, Jesuíta e como amigo também. E ele simplesmente espreitava os pais quando chegavam aqui, subiam até a porta, e ele ficava atrás daquelas colunas grossas espreitando os pais, procurando um para dar o tiro de misericórdia, porque na verdade, todos nós sabemos que para assumir a APM, a gente via, participava de reuniões de pais e sabia do peso e da responsabilidade de assumir a Associação.
A preocupação maior que acredito que vocês ainda tem hoje, e que naquele tempo tinha, talvez não no nível de hoje, era trazer os pais para cá e a Neymar se referia a esta parte social, que era um dos caminhos que nós encontramos para chamar os pais, provavelmente muitos pais que estavam presentes numa reunião dançante que se fazia, não estariam numa reunião de pais, mas numa reunião dançante eles vinham e na verdade era uma forma de agregar, de ter uma participação maior. Tínhamos discussões, todas elas evidentemente saudáveis, enfim uma participação da qual eu acho que nós podemos nos orgulhar hoje de ter feito parte."

Neymar e Ângelo Kunz


"Nós tivemos a felicidade de participar da APM por conta de um convite do Ângelo Kunz e a Neymar. O meu marido, Lauro Sérgio Xavier foi vice do Ângelo e foi a época mais feliz da nossa vida, se conseguiu amizades maravilhosas, pessoas que até hoje a gente conserva porque são muito especiais e o ambiente do colégio sempre nos aproximou, nos chamava para cá, as reuniões de pais e mestre, os ensaios do coral, as viagens do coral, para mim o Anchieta é uma maravilha de recordação."
Lucy Xavier


"Nós sempre fomos muito engajados no colégio. A Dóris fazia parte do clube de mães e mães conversam entre si, tu sabes né...aí ela se dava muito bem com a Maria Beatriz, o Paulão, todo mundo, daí surgiu o convite que o Hélio Mouro fez.
O que marcou nossa gestão foi a criação de um ambiente próprio para a APM e também a gestão das bolsas de estudo que a APM provia para o pessoal da periferia. E ficaram muito espantados que eu que sou partidário do regime de meritocracia, implantei um critério de aproveitamento, quem tivesse bom rendimento escolar teria a bolsa renovada, quem não comprovasse boa aplicação no estudo tinha a bolsa cancelada. E isso funcionou durante algum tempo. A APM não tinha sede, as reuniões saiam em qualquer lugarzinho disponível na época. Havia momentos em que nós tínhamos que ter um encontro mais privado, entre pais e professores e a direção e não havia este lugar. Então fomos em busca. A Dóris e a Maria Beatriz sairam por aí e fomos procurar a achamos lá na entrada do colégio, um lugar de entulho. E foi quando a gente conseguiu o espaço e fizemos a inauguração, já com o Padre Roque, com o Diretor da Escola, foi maravilhoso. E está lá até hoje. Um momento de
decisões, tinha que ter um espaço. Eu acho eu não deve ser aceito qualquer argumento pra tirar de lá."

Dóris e Rudolfo Müssnich


"Foram anos de bastante trabalho, de muitas coisas para organizar, de muitos projetos, nós nos reuníamos, discutíamos, havia muita participação, muita colaboração, então a coisa fluía de uma maneira bem tranqüila.
Me lembro de alguma coisa, como iluminação no campo de futebol e outros projetos, inauguração da biblioteca, ótimas lembranças, ótimas amizades, ótimo convívio, então foi uma época muito agradável, muito gostosa, os filhos gostavam muito que a gente estava sempre presente no Anchieta participando.
Foi muito bom, foram anos bons mesmo! Aprendemos muitas coisas também."

Valentina Byruchko


"O maior problema que nós tivemos na época foi um problema político, por que naquela época havia uma pressão muito grande da Teologia da Libertação. Isso gerou uma reação dos pais e nós tivemos um trabalho muito grande para combater isso aí. Eu tinha quatro filhos, os quatro cursando o Anchieta na mesma época. Aí se viu que a melhor maneira de se combater isso era a APM e nós fomos muito bem recebidos e lá nós mantínhamos reuniões para ver o que podia ser feito e qual eram as ações que a gente podia tomar. Eu tenho a dizer aos casais novos que eles estão fazendo um trabalho muito importante,
talvez os problemas hoje são um pouco diferentes daqueles que nós tínhamos na época mas a atuação dos pais é fundamental para que o próprio colégio evolua e fique mais atualizado."

Cláudio Pena


"Nós pertencíamos ao departamento religioso e a nossa ligação maior era com o Padre Paulo Fonseca, porque nessa época ele era o Capelão. O departamento esportivo da APM era bastante atuante, tinha muita atividade esportiva pros pais, principalmente na área do futebol. Nós fomos fundadores da Ginástica dos pais e das mães. Muito boas lembranças."
Maria Pia e Carlos Jeronymo


"Nós já éramos participantes porque eu desde o primário já fui presidente do Clube de mães, ali com a irmã Maria da Graça e a gente fazia aquelas festas enormes de São João, e isso já nos deu uma boa prática de convivência com os pais, dali pra APM foi um passo. Com a escola de pais nós fomos até a Bahia numa viagem, fomos ao Chile acompanhando os times de futebol. A Escola de pais era uma reunião que tinha para os pais esclarecimento, conferências. O Padre Charbonot veio de São Paulo para dar as primeiras palestras. E ali a
gente se reunia e surgiu uma grande amizade entre os casais. Foi um momento muito agradável dentro do qual nós aprendemos bastante, e a razão pela
qual nós hoje estamos aqui. Muito boas lembranças. Acho que o futuro da APM hoje é muito significativo. O Próprio colégio conseguiu assimilar uma situação dando mais força a APM, e eu acho que isso poderá levar a APM a todos os pais e mestres desse colégio de que é necessário que haja uma Associação para dirigir bem e enquadrar bem tanto os alunos como os professores dentro desse círculo religioso e ao mesmo tempo educacional."

Maria Mônica e Wilson Schumacher


"A nossa gestão foi em 1989. Foi um marco e nós nos sentimos muito honrados de ser presidentes nos 100 anos do colégio Anchieta. Foi um ano de contrastes, primeiro porque estávamos festejando os 100 anos do colégio Anchieta, onde nós fizemos vários eventos, entre eles que ficou muito marcante, foi o jantar
de casais, onde nós reunimos em torno de 500 casais na SOGIPA. Por outro lado, entrou a questão das mensalidades escolares, onde tivemos dificuldades
para a nova realidade. Foi uma gestão que a gente ficou muito feliz, muito contente, um trabalho gratificante em prol da comunidade, em prol dos nossos filhos e ficou um marco e nos sentimos muito felizes em termos sidos presidentes da APM. Foram muitas noites que a gente passou aqui no colégio, em reuniões, trabalhando, mas é um trabalho que hoje a gente vê que valeu muito a pena, porque são 45 anos e a gente conseguiu escrever essa história."

Neusa e Wilson Fries


"Nós estávamos envolvidos com as crianças na escola, tínhamos dois filhos aqui e o terceiro estava para entrar na Escola, e a gente se interessou em saber como estava o movimento, em saber a proposta educacional da escola. Nós achamos um meio de participar da APM e aí ficamos dois, três anos participando, como ouvinte, como social, como conselheiros. Começamos como conselheiros, presidentes de conselhinho das aulas e a partir dali, numa
eleição fomos eleitos presidentes. Na nossa gestão a gente procurou fazer um plano de ação. Então, os pais normalmentenão participavam muito, estava uma dificuldade até de arrecadar o nosso dinheiro, a semestralidade, então nós resolvemos fazer um movimento, tudo o que se arrecadava, retornava para os pais. A gente programava bastante a parte social porque a parte social é a que chama mais as pessoas. Então uma vez por ano a gente tinha o baile tradicional que já tinha sido começado pelos presidentes anteriores. Além dos chás que a gente fazia com desfile de modas, nós tínhamos uma feira onde as
mães ou professoras faziam a sua banquinha, tinha comes e artesanato."

Vera Beatriz e Darvil Bozzetto


"Pai no pátio, atuante, sempre reclamando alguma coisa ou sugerindo alguma coisa. Até que um dia “bom vem cá, tu não queres participar junto com a gente?” E aí comentei em casa e o meu filho disse “Pai, vai, vai lá, tem eleição tu vais concorrer e vais ser o presidente, eu quero que tu me dê de presente que tu sejas presidente”, e aí eu fui na eleição saí surpreso de lá, saí presidente.
E graças a Deus com uma equipe toda inovadora, então foi muito bom, o convívio e a relação com a direção do Colégio se conseguiu alçar um vôo.
Fato pitoresco foi a festa de São João. Na primeira festa de São João, tinha alguém que queria a minha cabeça, “vocês são loucos de fazer uma festa assim” e foi uma coisa toda improvisada. Nós não tínhamos nada, nós tivemos um mês pra fazer. Fizemos um churrasquinho e deu uma fumaça daquelas e o cheiro de churrasquinho invadiu a Nilo e se vendeu churrasquinho que foi uma coisa, mas passamos a noite espetando, congelando mão para espetar. Foi um sucesso. Veio gente, encheu esse pátio aqui não tinha lugar pra andar. Nós tínhamos, mais ou menos, se calcula, umas 5 mil pessoas dentro do Anchieta. Nós viajamos muito com a APM, fizemos um trabalho de integração nacional, criamos uma Associação Nacional das Associações de Pais e Mestres e aí fizemos dois encontros pesados aqui."

Ângela Heemann e Antônio Pereira Neto


"Não foi muito difícil de aceitar o convite da APM, porque o convite veio de um vizinho de prédio. Eu sou ex-anchietano, eu saí do Anchieta em 76 e a nossa filha fez toda a Escola no Anchieta, desde a pré-escola até concluir o segundo grau, e a esta altura, quando a gente foi convidado ela já estava na 7ª ou 8ª série, alguma coisa assim. Então já se tinha uma convivência anchietana de longo tempo. Então isso foi muito importante, poder participar dessa metade da vida dos nossos filhos e não simplesmente entregar par a escola sem saber o que está acontecendo. Acho que como responsabilidade na educação dos filhos essa participação foi muito importante, foi uma oportunidade bastante interessante. Tem dificuldades, exige tempo, mas filhos exigem tempo dos pais, sempre. Então essa foi uma parte muito pequena que a gente pode oferecer.
O que ficava no final era que a gente sempre ficava numa expectativa de uma maior participação dos pais. Apesar de a gente ter sempre conseguido melhorar essa participação a gente sempre lamentava no final que, infelizmente, não são tantos os pais que se envolvem como a gente entende que deveriam se envolver. Mas isso faz parte."

Ana Judite Tosca e Alfio Rasin


"Foi mais um desafio do que um convite. A proposta que nós recebemos para assumir a direção da APM foi a unificação de todas as entidades do colégio, até reerguer a APMque estava com as atividades praticamente suspensas, paradas e a partir desse desafio, convidados pelo Padre Egídio Schneider, nós dissemos sim e partimos pra montagem da equipe porque não se faz nada sozinho, não desse tamanho, e a nossa proposta sempre foi essa: unificar as pessoas trazer os pais sempre para a escola. Então eu acho que isso trouxe para todos nós, como família, filhos, momentos de prazer, momentos de coisas boas para
as nossas famílias e todos aqueles que participaram dentro da nossa APM. Eu acho que foi mais isso, reunimos entidades e conseguimos um resgate."

Marisa e Ruy Monteiro Filho


 

Associação de Pais e Mestre do Colégio Anchieta
Endereço
Av. Nilo Peçanha, 1521
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Telefone
(51) 3328-7952

E-mail
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